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História do pastel

História dos pasteleiros

O pastel é considerado o rei das feiras livres no Brasil. Foi nesses lugares que ele ganhou mais destaque e preferência do público, que é vendido para pessoas que estão caminhando por perto e por pessoas que trabalham nas redondezas dessas feiras livres.
Essa receita é muito apreciada com seus diversos tipos de sabores, seja doce ou salgado. Você já pensou de onde o pastel surgiu? Neste artigo mostraremos de onde veio esse prato tão apreciado em todo o mundo.
1. A história do surgimento do pastel. Alguns historiadores dizem que a receita é brasileiro e a sua versão frita é originária da Europa,  da Idade Média.
2. Já outras pessoas dizem que o pastel nada mais é que uma outra versão do famoso Rolinho Primavera, típico da culinária da China e do gyosa japonês. Isso pode explicar o enorme número de chineses e japoneses fritando pastéis nas feiras do nosso país.
3. Ainda do lado oriental, muitos dizem que por causa da Segunda Guerra Mundial, o povo japonês abriu diversas pastelarias. Eles se disfarçavam de chineses e assim eliminavam a discriminação que havia na época devido à alianças com outros países.
Deixando de lado a história e os conflitos, o que sobra é o amor por essa receita que gira o mundo. Todos gostam de um pastel, independente do recheio e da classe social. O sabor faz a criatividade e vice versa. Muitos estabelecimentos gostam de inovar e criam pastéis de diferentes formas, tamanhos e recheios, sejam eles doces ou salgados e é isso que dá a graça do prato.
O que todos dizem é que o verdadeiro segredo para um bom pastel é a massa, recheios e ingredientes que são de qualidade. Agora você já conhece um pouco da história dessa receita que encanta paladares de diversos povos e países.

O incrível segredo do pastel de feira




Olá nobres leitores!

Já relatei nesta coluna que acompanho os estudos e as publicações do Prof. Marcelo Peruzzo da FGV de Curitiba, o único professor de Marketing eleito por sete anos consecutivos o melhor professor de Marketing e Vendas da FGV Management, prêmio que recebe desde 2006, um marco na história.

Desde 2001 o acompanho e tenho todos os seus livros. O último, editado este ano, tem o título "As três mentes do neuromarketing". Neste livro Peruzzo apresenta mais uma vez o segredo do pastel de feira. O consciente justifica e o inconsciente explica.

Por que o pastel de feira faz tanto sucesso? Seja de carne, queijo ou palmito (hoje tem outros sabores), mas o sucesso inicial foi dos sabores apresentados. Para muitos o pastel de feira sempre foi algo imperdível, principalmente aos domingos.



Final de semana é dia de pastel de feira




Uma pesquisa inédita realizada em 2003, de forma qualitativa e aberta não trouxe tantos resultados. As respostas foram que as pessoas gostavam do pastel de feira apenas porque é gostoso, mas essa não é a única verdade. O motivo era emocional, mas naquele formato de pesquisa o cliente não conseguiu expressar.



Agora, das pessoas que consomem pastel de feira, 67% afirmaram que tinham lembranças positivas de uma experiência vivida anos atrás, quando um parente muito próximo (normalmente mãe ou avó) os levou para fazer compras na feira livre e lhes deu, como prêmio, um pastel.
Por vezes lembro-me de quando era criança e ia visitar meus avós paternos em Apucarana, onde a feira acontecia bem em frente a casa deles. Tanto que aos domingos tínhamos que deixar o carro parado em uma rua próxima para poder entrar em casa somente quando acabasse a feira. Ali aconteceu minha relação emocional com o pastel de feira, o melhor produto do mundo e como de costume, na maioria das vezes, era uma barraca de japoneses. Hoje com meus avós falecidos tenho a decisão e o desejo emocional de muitas vezes comprar o pastel na feira e não em uma pastelaria.


Fonte: Prof. Roberto Catarin
   
 
 
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